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domingo, 28 de novembro de 2010

Tecnologia em sala de aula - Mudança de pensamento

Mais uma vez percebo como o ir e vir, a reflexão sobre as atividades realizadas, quer na prática, quer no registro escrito, na oralidade nos faz perceber quanto mudamos a medida que vamos aprendendo. Encontrei esta fala em postagem feita no segundo semestre de 2008: "Tecnologia em sala de aula
Atualmente estou usando com meus alunos, na sala de aula, o note book. Esta prática está tornando nossa caminhada mais interessante e afetiva. O conhecimento, é buscado em tempo real e conjuntamente. Antes, anotava os questionamentos das crianças e pesquisava em casa na internet. Levava no dia seguinte, as informações prontas. Discutíamos, fazíamos trabalhos, estudávamos, mas agora, vejo os alunos mais entusiasmados, se envolvendo nas atividades com mais gosto. Penso que isto se deve ao fato de se sentirem parte ativa no processo de construção do conhecimento".
Agora, finalizando o curso, tomando por base os conhecimentos adquiridos, reformularia a postagem pois não penso mais da forma como pensava naquela época. É verdade que percebia mais afetividade pois tínhamos apenas um computador e ficávamos todos grudadinhos, uma vez que este meio tecnológico exerce grande fascínio sobre os alunos e todos queríamos ver o que aparecia na tela. Sobre isto, continuo com o mesmo pensamento, porém, quanto ao fato de todos pesquisarem a mesma coisa ao mesmo tempo, entendo, agora que era uma arbitrariedade pois aprendemos que as crianças têm ritmos, necessidades e interesses distintos, então é possível pensar que alguns, talvez poucos, talvez muitos, não contavam com estratégias adequadas ao seu desenvolvimento. Entendo, também, que para proporcionar ao aluno um ensino que considere seu modo de pensar, seus conecimentos prévios, seus interesses, a estratégia mais indicada seria a de trabalho com Projetos de Aprendizagem.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Letramento

Este foi outro conceito importante estudado no semestre por todas as interdisciplinas, de uma forma ou de outra e que deixei de realizar postagem sobre.
Entendi que ele surgiu de uma demanda social. Antes a preocupação era com o analfabetismo, mas com a escrita tomando um lugar tão importante no mundo, políticas foram criadas e o analfabetismo felizmente reduziu. Não se extinguiu ainda, mas com supletivo, EJA e outros, muitas pessoas buscaram se alfabetizar. Com a evolução, foi ficando claro que ler e escrever não era suficiente, as pessoas precisavam aplicar seus conhecimentos em práticas sociais. Não raro nos deparamos com pessoas que sabem ler e escrever, mas não conseguem manipular seu celular, preencher formulários no banco, fazer transações bancárias no caixa eletrônico, para citar apenas algumas. Em contrapartida, vejo alunos que ainda não sistematizaram sua alfabetização que se viram muito bem no computador. Usam o google para pesquisar, usam a biblioteca da escola para retirar livros, calculam o troco da cantina e assim por diante. Sendo assim, entendo que o letramento se dá por toda a vida da pessoa,assim como a alfabetização que não finda na 1ª ou 2ª série. Quando algum adulto busca o significado de uma palavra no dicionário, por exemplo, está se alfabetizando e isto poderá ocorrer por toda sua vida. Penso, com isto, que o melhor caminho seja mesmo o de alfabetizar letrando como muitos professores têm feito: trazendo conteúdos da vivência, do meio em que o aluno se encontra, sem, contudo, deixar de trabalhar aqueles que a escola exige.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Paulo Freire

Paulo Freire é apaixonante! Que bom se todos os professores lessem suas obras e seguissem um pouco do que ele ensinou.
Como ele é humano! Como deixava explícita a integralidade do Homem. Sentimento trabalhado na sistematização da leitura e escrita, sentimento trabalhado em todos os momentos. Respeito e igualdade às pessoas. Conduzia os homens à reflexão de sua realidade levando-os a agirem para transformar sua vida, seu meio, a sociedade, tornando-o um ser político. Não político-partidário, mas político no sentido de exercer sua cidadania, ser ativo, participativo, solidário, cooperativo, reflexivo, produtivo. Assim, ciente e consciente de seu papel diante da sua vida, de seu meio, buscaria AGIR, desta vez com liberdade e não como doutrinado. Para nós professores é importante saber disto porque conforme coloca Paulo Freire, "É na realidade mediatizadora, na consciência que dela tenhamos, educadores e povo, que iremos buscar o conteúdo programático da educação".

sábado, 28 de março de 2009

Competência

Dá muita segurança e tranquilidade para o aluno, estar sob a tutela de equipe tão competente quanto generosa:
Celi: enviando e-mail para dizer que notaram ausência na aula.
Melissa: criando e envindo e-mail sobre como acessar ou criar novo pbwiki
Liliana: enviando preciosas dicas sobre como se organizar nos estudos em SI VI
Analissa: perspicaz, notou muitas dúvidas e tratou de enviar e-mail esclarecendo sobre a atividade.
Tutores: sempre solícitos, dispostos a auxiliar com boa vontade em nossas dificuldades.
Obrigada à todos

terça-feira, 6 de maio de 2008

Frequência ao Pólo

Outro dia fui ao Pólo porque precisava aprender a colocar links no Siderbar.
Acabei resolvendo várias coisas que estavam pendentes. Cadastrei-me no ETC, agendei Breeze com professor Crediné, organizei minhas postagens, tudo com auxílio da Celi. Percebi, com isto, que muitas vezes deixo de ir ao Pólo por causa da distância, pensando que resolvo mais rápido em casa, mas qual nada. Com auxílio, se a internet colabora, posso realizar as atividades com maior rapidez no Pólo. Principalmente porque tenho a oportunidade de ir esclarecendo as dúvidas ali mesmo, enquanto de casa, preciso deixar e-mail ou entrar no MSN para receber auxílio das tutoras. Bom seria, portanto, ir mais frequentemente àquele local.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Slide

Comecei a pensar em como havia feito o slide para apresentação das aprendizagens e não lembrava mais. Aí, fiquei bem anciosa pois me dei conta que provavelmente minha aprendizagem não estava consolidada. Pedi socorro e com um pequeno auxílio, montei outro para exercitar. Não foi difícil e entendi que o "ir e vir", a dúvida, o fazer e refazer, são caminhos importantes no processo de aprendizagem.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Tecnologia em sala de aula

Atualmente estou usando com meus alunos, na sala de aula, o note book. Esta prática está tornando nossa caminhada mais interessante e afetiva. O conhecimento, é buscado em tempo real e conjuntamente. Antes, anotava os questionamentos das crianças e pesquisava em casa na internet. Levava no dia seguinte, as informações prontas. Discutíamos, fazíamos trabalhos, estudávamos, mas agora, vejo os alunos mais entusiasmados, se envolvendo nas atividades com mais gosto. Penso que isto se deve ao fato de se sentirem parte ativa no processo de construção do conhecimento.