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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Caderno? Não... Computador!!!



Buscando em minha memória, condutas que eu adotava anteriormente, mais precisamente ao iniciar o curso, e que, pudesse estabelecer um paralelo com a atualidade, veio-me a mente, a aula presencial em que eu estava com meu caderninho à postos para registrar tudo que o professor falasse. O professor Crediné iniciou suas falas e lá pelas tantas, perguntou: "-caderno pra quê? Vocês farão suas leituras e registros no computador."
Eu, que precisava imprimir tudo para ler e estudar, achei que nunca desenvolveria esta habilidade, porém, não demorou muito tempo para que eu percebesse a comodidade desta prática e a adotasse. Senti, inclusive no bolso, a diferença. Hoje, escrevo, apago, coloco marcações, colo, leio, enfim, dispenso o papel. Inicialmente, não foi fácil, pois eu não compreendia o que lia. Precisava voltar muitas vezes para entender, mas com a prática, o problema foi superado e mais um desafio vencido.
Impressionante como a gente vai se apropriando das tecnologias e mídias.
Já estou de olho num e-book.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Li no texto O Software Educativo - Sem Medo de Errar, escrito por Cristiane Scattone, o seguinte:
"Weiss e Cruz (1999) afirmam que o erro é menos frustrante ao ser apontado pela máquina e não pelo educador, (...)".
Fiquei me perguntando: que papel estamos fazendo , que sentimentos estamos imprimindo ao "ensinar" ou simplesmente falar com o aluno sobre seu erro? Bem triste a idéia de que o aluno se sinta mais à vontade, mais confiante e desinibido, diante de uma máquina, do que de um ser humano que teria como primeira função, a de facilitar sua aprendizagem. Bom assunto para ser pensado por todos os professores.