Impressionante como o novo desestabiliza. Sinto-me tão insegura quanto ao trabalho com Projeto de Aprendizagem. Pergunto-me se pode ser pelo fato de que não determino as linhas de trabalho. Acho que não... Talvez pelo fato de estar desenvolvendo outros conteúdos paralelamente... Não sei se estou agindo certo. Verdade que estou com muita saudade do Planejamento Cooperativo. Consigo ver que com o PA as crianças desenvolvem muito mais sua autonomia e é isto que eu desejo, mas estou confusa quanto à forma de conduzir algumas questões que surgem no desenrolar das pesquisas. Espero me tranquilizar ao receber orientações e me subsidiar para continuar o trabalho. E, estou pensando agora, será que se eu alterasse um pouco o PC e proporcionasse linhas diferentes de pesquisa para responder aos questionamentos, não seria possível?
Realmente não sei... Mas se o estágio é um momento de experimentar, por que não?
quarta-feira, 7 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
A DIALOGICIDADE

A DIALOGICIDADE - ESSÊNCIA DA EDUCAÇÃO COMO
PRÁTICA DA LIBERDADE. Este texto aborda a importância do diálogo como prática de liberdade uma vez que parte do princípio de que todos os envolvidos na relação tenham vez e voz. No caso da escola, que alunos, professores, direção, funcionários e pais, tenham o direito de se posicionar e participar do processo ensino-aprendizagem. Abaixo, uma frase que me chamou atenção, por um fato acontecido:
“Como posso dialogar, se me fecho à contribuição dos outros, que
jamais reconheço, e até me sinto ofendido com ela?”
Nesta semana ouvi de uma professora algo que ilustra exatamente esta questão. Ela estava muito brava com seu aluno porque ele ousou sugerir que ela escrevesse num lado do quadro, o conteúdo do dia e no outro lado, o conteúdo do dia anterior, para que o colega que havia faltado, pudesse copiá-lo. Não escreverei o que ela falou para o aluno por questões óbvias, mas, penso que ela não conseguiu enxergar o espírito solidário, a coragem de participar e contribuir com alternativas para resolver problemas da sala apresentadas pelo menino. Doeu-me muito principalmente porque este aluno esteve comigo por três anos. Era extremamente tímido e com muito custo, conseguimos superar a timidez e ele encantado com isto, tornou-se um grande contribuinte de idéias e alternativas. Lembrei da reflexão que havíamos feito em Didática, sobre o texto O Menininho de Helen Buckley e associei com o pensamento de Paulo Freire exposto no texto citado acima e, tentei, então, transportar este aprendizado para minha prática. Conversei com meus alunos e combinamos que uma vez por semana, teriam um espaço para fazerem suas colocações acerca de tudo que acontece, na sala e na escola, na convivência, nas atividades de modo geral. Com isto, espero encoraja-los a opinarem, criticarem ou elogiarem com autonomia e responsabilidade. Claro que sempre deverão apresentar argumentos para justificar seus posicionamentos e, também, dentro do possível, trazer sugestões para as questões que venham a colocar.
domingo, 21 de março de 2010
Comênio e a consideração do aluno
Do texto abordado em Didática, no semestre anterior, intitulado “Comênio”, de Johannes Doll e Teresinha D. da Rosa, aprendemos que uma das preocupações do pai da Didática, era com a consideração do aluno: “Este elemento é da maior importância, até porque em muitas pedagogias tradicionais, o aluno, suas necessidades e suas capacidades não são consideradas” (...) Por concordar com este pensamento, busquei em primeiro lugar, saber sobre meus alunos. Para tanto, elaborei algumas perguntas que julguei importantes para auxiliar nesta tarefa e, consequentemente, na elaboração do planejamento e estratégias de trabalho. Cada aluno recebeu uma folha com as questões, levou para casa, respondeu e trouxe no dia seguinte. Analisei todas as respostas e montei o perfil da turma e identifiquei vários aspectos estudados em psicologia, unindo respostas às condutas, mas estes abordarei em outra postagem.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Como inserir som!
Estava "faxinando" minha caixa de e-mails, encontrei esta preciosa dica enviada pela tutora Melissa e achei por bem, postá-la aqui por entender melhor, hoje, a real função do Portfólio. Segue babaixo:
sábado, 19 de maio de 2007
Como inserir som em minha apesentação!
Utilizando o Power Point Windows.
*Inserir som em um slide:
No menu principal do software selecione a opção
Inserir
No menu que se abre selecione a opção
Filmes e sons
No menu que se abre escolha sua opção
Som da Média Galeria (sons já disponíveis no software)
ou
Som do arquivo (seus próprios sons (músicas, por exemplo))
Escolha o som que deseja e selecione a opção execução automática na apresentação dos slides.
*Inserir som em toda a apresentação (todos os slides):
Sobre o slide (na tela do slide) clique com o botão direito do mouse.
No menu que se abre selecione a opção
Transição de slides
Na barra lateral que se abre vc poderá configurar sua apresentação, inclusive o som de sua apresentação.
Selecione na opção
Som
...o som que deseja inserir e depois clique na opção
Aplicar a todos
Seguindo este procedimento vc terá som em todos os slides (o som irá repetir a cada novo slide que apareça).
*Inserir som continuo (ex.: música tocando enquanto os slides são apresentados) em toda a apresentação:
Após inserir o som em um slide clique sobre o ícone do som com o botão direito do mouse.
No menu que se abre escolha a opção
Personalizar animação
Na barra lateral que se abre selecione o menu que se encontra anexado na mídia escolhida.
Neste menu selecione a opção
Opções de efeito
Na janela que se abre vc determina o tempo que a mídia deve tocar
Parar a execução...
.
Depois de ... slides (aqui vc pode colocar o número de slides que possui sua apresentação e então o som tocará, sem interrupções, até o final de sua apresentação.)
Postado por Melissa às 12:16 0 comentários
sábado, 19 de maio de 2007
Como inserir som em minha apesentação!
Utilizando o Power Point Windows.
*Inserir som em um slide:
No menu principal do software selecione a opção
Inserir
No menu que se abre selecione a opção
Filmes e sons
No menu que se abre escolha sua opção
Som da Média Galeria (sons já disponíveis no software)
ou
Som do arquivo (seus próprios sons (músicas, por exemplo))
Escolha o som que deseja e selecione a opção execução automática na apresentação dos slides.
*Inserir som em toda a apresentação (todos os slides):
Sobre o slide (na tela do slide) clique com o botão direito do mouse.
No menu que se abre selecione a opção
Transição de slides
Na barra lateral que se abre vc poderá configurar sua apresentação, inclusive o som de sua apresentação.
Selecione na opção
Som
...o som que deseja inserir e depois clique na opção
Aplicar a todos
Seguindo este procedimento vc terá som em todos os slides (o som irá repetir a cada novo slide que apareça).
*Inserir som continuo (ex.: música tocando enquanto os slides são apresentados) em toda a apresentação:
Após inserir o som em um slide clique sobre o ícone do som com o botão direito do mouse.
No menu que se abre escolha a opção
Personalizar animação
Na barra lateral que se abre selecione o menu que se encontra anexado na mídia escolhida.
Neste menu selecione a opção
Opções de efeito
Na janela que se abre vc determina o tempo que a mídia deve tocar
Parar a execução...
.
Depois de ... slides (aqui vc pode colocar o número de slides que possui sua apresentação e então o som tocará, sem interrupções, até o final de sua apresentação.)
Postado por Melissa às 12:16 0 comentários
domingo, 20 de dezembro de 2009
Letramento
Este foi outro conceito importante estudado no semestre por todas as interdisciplinas, de uma forma ou de outra e que deixei de realizar postagem sobre.
Entendi que ele surgiu de uma demanda social. Antes a preocupação era com o analfabetismo, mas com a escrita tomando um lugar tão importante no mundo, políticas foram criadas e o analfabetismo felizmente reduziu. Não se extinguiu ainda, mas com supletivo, EJA e outros, muitas pessoas buscaram se alfabetizar. Com a evolução, foi ficando claro que ler e escrever não era suficiente, as pessoas precisavam aplicar seus conhecimentos em práticas sociais. Não raro nos deparamos com pessoas que sabem ler e escrever, mas não conseguem manipular seu celular, preencher formulários no banco, fazer transações bancárias no caixa eletrônico, para citar apenas algumas. Em contrapartida, vejo alunos que ainda não sistematizaram sua alfabetização que se viram muito bem no computador. Usam o google para pesquisar, usam a biblioteca da escola para retirar livros, calculam o troco da cantina e assim por diante. Sendo assim, entendo que o letramento se dá por toda a vida da pessoa,assim como a alfabetização que não finda na 1ª ou 2ª série. Quando algum adulto busca o significado de uma palavra no dicionário, por exemplo, está se alfabetizando e isto poderá ocorrer por toda sua vida. Penso, com isto, que o melhor caminho seja mesmo o de alfabetizar letrando como muitos professores têm feito: trazendo conteúdos da vivência, do meio em que o aluno se encontra, sem, contudo, deixar de trabalhar aqueles que a escola exige.
Entendi que ele surgiu de uma demanda social. Antes a preocupação era com o analfabetismo, mas com a escrita tomando um lugar tão importante no mundo, políticas foram criadas e o analfabetismo felizmente reduziu. Não se extinguiu ainda, mas com supletivo, EJA e outros, muitas pessoas buscaram se alfabetizar. Com a evolução, foi ficando claro que ler e escrever não era suficiente, as pessoas precisavam aplicar seus conhecimentos em práticas sociais. Não raro nos deparamos com pessoas que sabem ler e escrever, mas não conseguem manipular seu celular, preencher formulários no banco, fazer transações bancárias no caixa eletrônico, para citar apenas algumas. Em contrapartida, vejo alunos que ainda não sistematizaram sua alfabetização que se viram muito bem no computador. Usam o google para pesquisar, usam a biblioteca da escola para retirar livros, calculam o troco da cantina e assim por diante. Sendo assim, entendo que o letramento se dá por toda a vida da pessoa,assim como a alfabetização que não finda na 1ª ou 2ª série. Quando algum adulto busca o significado de uma palavra no dicionário, por exemplo, está se alfabetizando e isto poderá ocorrer por toda sua vida. Penso, com isto, que o melhor caminho seja mesmo o de alfabetizar letrando como muitos professores têm feito: trazendo conteúdos da vivência, do meio em que o aluno se encontra, sem, contudo, deixar de trabalhar aqueles que a escola exige.
Avaliação
Observando meu portfólio e também minha síntese, percebi que deveria escrever algo sobre avaliação, ação tão importante do processo ensino-aprendizagem que estudamos em Didática.
A avaliação pode se constituir num momento se não dramático no mínimo angustiante da vivência pedagógica tanto para o aluno quanto para o professor. Nos moldes como era realizada há não muito tempo atrás e, a bem da verdade ainda o é em algumas práticas, causava medo, insegurança, estresse, ansiedade, fato que certamente, para alguns, contribuía para um mau resultado. Felizmente novos olhares foram lançados sobre a avaliação, estudos e discussões aconteceram, diretrizes mais condizentes foram elaboradas e hoje, é possível ver a avaliação muito mais como um instrumento valioso de acompanhamento processual e indicador de caminhos para educandos e educadores do que como uma ferramenta que serve para classificar, aprovar ou reprovar, considerando apenas os fins do processo. Se o Sistema exige uma nota, então que a transformemos baseados em todas as atividades realizadas, acompanhando a caminhada do aluno com base nele mesmo, seu desenvolvimento e evolução. Injusto é no final lançar a nota que a criança tirou numa prova ou num teste.
A avaliação pode se constituir num momento se não dramático no mínimo angustiante da vivência pedagógica tanto para o aluno quanto para o professor. Nos moldes como era realizada há não muito tempo atrás e, a bem da verdade ainda o é em algumas práticas, causava medo, insegurança, estresse, ansiedade, fato que certamente, para alguns, contribuía para um mau resultado. Felizmente novos olhares foram lançados sobre a avaliação, estudos e discussões aconteceram, diretrizes mais condizentes foram elaboradas e hoje, é possível ver a avaliação muito mais como um instrumento valioso de acompanhamento processual e indicador de caminhos para educandos e educadores do que como uma ferramenta que serve para classificar, aprovar ou reprovar, considerando apenas os fins do processo. Se o Sistema exige uma nota, então que a transformemos baseados em todas as atividades realizadas, acompanhando a caminhada do aluno com base nele mesmo, seu desenvolvimento e evolução. Injusto é no final lançar a nota que a criança tirou numa prova ou num teste.
Workshop
Na última quinta feira, dia 17 de dezembro, ocorreu nosso wokshop de final de semestre.
Em minha opinião, este foi o melhor de todos, desde o início do curso.
Não foi apenas um momento de apresentações individuais de aprendizagens. Sim. Cada aluno fez sua exposição, mas, houve, posteriormente, trocas muito ricas. O professor Crediné e a Sibbica questionavam, nos fazendo pensar sobre o que falávamos, sobre o porque considerávamos as aprendizagens importantes, de que forma nos seriam úteis, os colegas contribuíram com comentários que enriqueceram ainda mais o momento e, à meu ver, correspondeu a educação dialógica pregada por Paulo Freire.
Difícil foi convencer a família que cheguei onze horas porque o workshop estava muito bom. hehehehe
Em minha opinião, este foi o melhor de todos, desde o início do curso.
Não foi apenas um momento de apresentações individuais de aprendizagens. Sim. Cada aluno fez sua exposição, mas, houve, posteriormente, trocas muito ricas. O professor Crediné e a Sibbica questionavam, nos fazendo pensar sobre o que falávamos, sobre o porque considerávamos as aprendizagens importantes, de que forma nos seriam úteis, os colegas contribuíram com comentários que enriqueceram ainda mais o momento e, à meu ver, correspondeu a educação dialógica pregada por Paulo Freire.
Difícil foi convencer a família que cheguei onze horas porque o workshop estava muito bom. hehehehe
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