quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Jogos e brincadeiras




Em Ludicidade aprendemos sobre a importância do jogo tanto para o simples prazer como também como estratégia de ensino.
Em um powerpoint disponibilizado pela interdisciplina encontrei o segue: "Sem dúvida a intervenção pedagógica quando trabalhada na perspectiva dos jogos, é auxiliada por uma importante ferramenta de elaboração dramática que reúne corpo, organismo, inteligência e desejo. É neste campo que poderemos perceber conflitos, ansiedades, defesas, medos e baixa tolerância à frustração."
Trago esta colocação neste momento porque ontem realizei uma reunião pedagógica sobre avaliação externa e, após analisarmos os resultados, propus refletirmos sobre nossas práticas. Trouxe para apresentar, estudos de Isabel Solé sobre Estratégias de Leitura.
Como vimos que para o aluno se tornar um leitor competente, precisa ver o professor fazendo uma compreensão textual, resolvemos aplicar as atividades para antes, durante e depois da leitura para como eles, aprender como se faz. A fim de que não ficasse tão cansativo, intercalei com jogos e brincadeiras. Estávamos num grupo com trinta e uma pessoas, todas adultas e, ainda nesta faixa etária foi possível verificar exatamente o que está posto no slide sobre a percepção das ansiedades, dos mecanismos de defesa, como vimos em Psicologia, do medo de errar e da dificuldade de lidar com a frustração. Foi positivo porque discutimos sobre isto e, certamente alguns professores menos tolerantes, irão lembrar deste fato quando seus alunos apresentarem a mesma conduta e, quem sabe, agirão conforme concluimos que se deve agir frente a estas atitudes. Enfim, tivemos momentos bem descontraidos como tivemos em Ludicidade, que alegraram e agradaram se não à todos, pelo menos a grande maioria. Ganho para nós, ganho para os alunos.

domingo, 24 de outubro de 2010




Não sei se é por causa da era da automação que a gente vai fazendo as coisas sem se dar conta. Não se toma por hábito a reflexão sobre as ações. Um dos momentos em que me dei conta disto, foi durante o curso da interdisciplina de Música, onde lemos e discutimos sobre a influência das mídias em nossa vida, ou seja, o rádio toca, o discotecário compra o disco e nós vamos aceitando tudo isto sem pensar se realmente é disto que se gosta ou quer ouvir; se a letra da música é boa, se me diz alguma coisa, etc... Através da entrevista a um local de venda de discos, foi possível perceber como eles dispõem para venda apenas o que querem ou o que toca nas estações de rádio. Não têm critérios de escolha. E nós vamos aceitando, comprando, cantando sem consciência.
Sobre isto, desde então, venho ajudando os alunos e outras pessoas, quando tenho oportunidade, a pensarem sobre esta conduta e tomarem decisões por si mesmas.
Também nesta interdisciplina, fizemos, as crianças e eu, um dos projetos que mais gostamos, sobre Pixinguinha. Foi uma oportunidade de conhecermos sobre a vida desta importante pessoa e ver a sua contribuição para a música.

domingo, 17 de outubro de 2010

Novas aprendizagens

Aprender é muito bom. E que bom que tenho esta consciência de que jamais saberei tudo. Isto me torna eterna aprendiz e que bom que tive a oportunidade deste curso pois, através dele, pude me instrumentalizar e ampliar as possibilidades de aprendizagens aos alunos ao mesmo tempo em que construí importantes conhecimentos. Necessários e imprescindíveis para um professor. Com aprendizagens como o improviso no teatro, tirei, esta foi a sensação, um fardo pesado de minhas costas uma vez que tinha uma preocupação grande quando planejava uma dramatização ou teatro com as crianças. Queria que todos fizessem tudo como EU havia planejado, não por pensar que era dona da verdade, mas porque achava que era o melhor para os alunos se desenvolverem nesta área. Neste sentido é que compreendendo que o improviso é adequado e possível, esta atividade ganhou mais leveza e originalidade. Quanto à TICs, mais precisamente no que se refere à análise de softwer, nem imaginava que haviam tantos aspectos a serem observados. Evidentemente tomava cuidado com o conteúdo e com a adequação à faixa etária, porém, não aprofundava a análise observando a possibilidade de interatividade,autoria, feedback facilitando as aprendizagens. Hoje, não analiso apenas os que ofereço aos alunos, mas também auxilio na escolha e estimulo o uso para a escola toda.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Aspectos Administrativos

- Revendo a Interdisciplina de EPPC, notei que hoje sou uma profissional mais completa, pois, antes, não me envolvia nas questões administrativas da escola. Não achava isto ruim. Pensava que o importante era apenas a parte pedagógica como se uma coisa não tivesse nada a ver com a outra e como se ambos não fossem pedagógicos e administrativo ao mesmo tempo.

Com as reflexões e conhecimentos adquiridos nesta interdisciplina, não só aprendi o que é um PPP como para que se destina. E, o mais importante foi a motivação que gerou em mim, levando-me a sugerir uma revisão e estudo do que existia na escola juntamente com aquipe diretiva e colegas. Ideia esta que foi aceita e hoje, temos um feito por nós, para as nossas reais necessidades de acordo com nossa realidade.

Regimento Escolar, eu sabia que existia, porém, nunca o havia examinado, quanto mais elaborado um. Aprendendo que ele se origina do PPP, foi consequencia da elaboração daquele, a automática revisão e alterações do que existia até então. Além do mais, quando a gente consolida uma aprendizagem, ela já engendra outras necessidades, a gente fica mais crítica, não aceita as coisas como estão, tem desejo de mudar e entra num processo que não tem fim. Exaustivo em grande parte das vezes, porém, trás uma satisfação pessoal muito grande, uma vez que ao perceber o produto do teu trabalho tornando as pessoas do teu grupo mais felizes pelo que vem de encontro aos seus interesses, bem como da importância que passam a te dar pelo envolvimento e empenho em buscar a mudança e consequente melhoria do processo ensino aprendizagem e de outros aspectos. Trás satisfação, principalmente porque assim, consegue-se o que prega Charlot: "a problemática da relação com o saber estabelece uma dialética entre sentido e eficácia da aprendizagem. O que é aprendido só pode ser apropriado pelo sujeito se despertar nele certos ecos: se fizer sentido para ele". E, que ecos seriam possíveis, com um currículo estabelecido para não dizer copiado de uma outra escola? Neste sentido, posso dizer que EPPC despertou ecos em mim, importantíssimos dando-me condições para agir.

domingo, 3 de outubro de 2010

Teia de Conhecimento




Revisando minhas atividades iniciais do curso, encontrei a solicitação para produzirmos uma teia de conhecimentos que consistia em desenvolver diariamente textos sobre tópicos selecionados por nós postando-os no blog particular. Estas seriam comentadas por colegas e, o autor, reelaboraria melhor suas ideias baseado nestes comentários. Podíamos, ainda, fazer a réplica dos mesmos sempre que julgássemos necessário.
Reporto-me a esta tarefa porque vem de encontro a minha pesquisa do TCC que investiga a relação entre as práticas pedagógicas e a produção de textos criativos. Percebi que estas aprendizagens, influenciaram na minha prática e, por diversas vezes, apliquei esta dinâmica durante meu estágio. Com ela, adquiri dados para fundamentar minha pesquisa. Entendo que esta seja a principal função de um curso: levar o aluno a dar utilidade aos conhecimentos adquiridos, contextualizando os saberes.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Caderno? Não... Computador!!!



Buscando em minha memória, condutas que eu adotava anteriormente, mais precisamente ao iniciar o curso, e que, pudesse estabelecer um paralelo com a atualidade, veio-me a mente, a aula presencial em que eu estava com meu caderninho à postos para registrar tudo que o professor falasse. O professor Crediné iniciou suas falas e lá pelas tantas, perguntou: "-caderno pra quê? Vocês farão suas leituras e registros no computador."
Eu, que precisava imprimir tudo para ler e estudar, achei que nunca desenvolveria esta habilidade, porém, não demorou muito tempo para que eu percebesse a comodidade desta prática e a adotasse. Senti, inclusive no bolso, a diferença. Hoje, escrevo, apago, coloco marcações, colo, leio, enfim, dispenso o papel. Inicialmente, não foi fácil, pois eu não compreendia o que lia. Precisava voltar muitas vezes para entender, mas com a prática, o problema foi superado e mais um desafio vencido.
Impressionante como a gente vai se apropriando das tecnologias e mídias.
Já estou de olho num e-book.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Progresso

Revendo as postagens do início do curso, encontrei esta que segue abaixo e me senti feliz por ver que vivenciei, junto com os alunos, uma experiência que me oportunizou aprofundar os conhecimentos sobre arte e, sobretudo, de poder aplicar os conhecimentos adquiridos naquela época na interdisciplina de Artes, no projeto que mais me motivou e realizou no meu estágio. Vi que a forma de trabalhar continuou simples e achei isto bom, porém, não mais de forma superficial, bem pelo contrário, andamos por caminhos que nos proporcionaram grandes e fartas aprendizagens. Estudamos sobre a vida de artistas, suas obras, experimentamos técnicas diversificadas, realizamos experiências, entrevistamos artista da região, visitamos exposição de telas, entre tantas outras coisas. Neste sentido, considero que progredi nesta área do conhecimento.
"sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Cultura
Para mim, as aulas de artes foram um banho de cultura. Nossa! Me senti medíocre por saber tão pouco e trabalhar de forma tão simples e superficial com meus alunos."