segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Benefícios do blog




Para a atividade final de SI IX, precisamos pesquisar o blog para verificar as aprendizagens desde o início do curso. E, neste momento, ficou ainda mais evidente, para mim, as postagens como um meio prático de acompanhar o processo de aprendizagens dos alunos. Principalmente porque possibilita o refazer, através do "editar postagens".
Fica, neste local, fácil de ver o que já foi trabalhado, como pensávamos sobre determinado assunto há tempos atrás, como pensamos depois de estudar sobre o tema. Pode-se escrever sobre as angústias, dúvidas, descobertas, aprendizagens...
Gostei tanto da experiência que criei um para a minha turma na escola. A garotada está adorando e participando com entusiasmo. Diariamente pedem para ir até a sala de informática para registrar as pesquisas do PA. Também eu, preciso passar aqui com certa frequência para fazer o mesmo. Outra atração do blog é a possibilidade de adicionar imagens, videos e links. Assim, uma linguagem complementa a outra e a comunicação fica bem mais eficiente.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TCC




Grandes expectativas a respeito da última banca do curso.
Treino incontáveis vezes, nervosismo total antecedendo a apresentação. Impressionante como apesar de tantos meses de pesquisa e preparação, de termos vivenciado a experiência a cada semestre, ainda ficar preocupada ao final. Em minha pesquisa de TCC, comentei, e a fala não é minha, que o texto oral é mais fácil de construir porque não é tão elaborado. A escrita segue algumas normas que a oralidade não cobra, porém, o que observamos na banca é que a dificuldade para os adultos, parece se encontrar justamente na expressão oral. Sem excessão, no meu grupo, as colegas colocaram que estavam bem ansiosas, mas todas apresentaram muito bem o resultado de suas pesquisas. Verdade é que tivemos orientador e tutora muito eficientes e humanos. Nos deixaram muito a vontade orientando com muita sensatez. Cobrando com rigor mas sem autoritarismo. Assim, tanto o estágio quanto a banca foram momentos de muitas aprendizagens e trocas.

Finalizando

Finalmente o encaminhamento para o final. Eixo nove com SI IX e o temido TCC.
Para ajudar, passei por problemas de saúde bem complicadinhos, fato que me impediu de acompanhar os primeiros encontros presenciais de orientação. Assim que tive condições de retomar, recebi até orientação domiciliar. Isto, em minha opinião, é a vivência de um dos princípios pregados por Comênio: a consideração ao aluno. Após esta “aula”, tratei de me agilizar porque fui alertada sobre os prazos. Busquei conseguir os livros cujas referências encontrei em artigos que estava lendo sobre o assunto de minha pesquisa, qual seja: A relação entre práticas pedagógicas e a produção de textos criativos. Iniciei, também, as atividades de Sistema Integrador colocando sobre as transformações que este curso engendrou tanto pessoalmente quanto profissionalmente.
Nesta proposta, ficou bem evidente o poder de uma boa formação, pois, minhas aprendizagens não me pertenceram exclusivamente. Compartilhei-as com meus alunos, colegas de trabalho e até mesmo familiares. Deste modo muitas pessoas foram influenciadas pelo conhecimento que adquiri. Muito nos transformamos, mudamos hábitos, idéias, opiniões, nos atualizamos tecnologicamente, nos aproximamos mais pelo trabalho coletivo e cooperativo. A reflexão sobre toda ação aos modos como fomos ensinados no curso nos tornou mais maduros, críticos e conscientes. Quanto ao trabalho de conclusão, foi uma experiência ímpar a qual me deu muito trabalho uma vez que nunca havia feito uma assim, mais profunda. Dediquei-me muito, passei por uns momentos um tanto constrangedores, pois nem sempre as pessoas sentem-se a vontade para falar de seu trabalho, mas, no final deu tudo certo e eu gostei muito do processo como um todo.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Prática x Discurso

Em postagem feita no 6º semestre sobre gestão democrática, comentei sobre as práticas arbitrárias versus discurso democrático realidade encontrada em algumas escolas. Abordei uma fala da professora Neusa Batista: "não basta estatuir normas formais para democratizar a gestão da escola, é preciso democratizar as práticas de toda a comunidade escolar, e para tal, é preciso encarar a democracia como um princípio ético-político que necessita ser cultivado em todos os espaços de relações sociais".
Analisando a questão, é possível ver que isto continua acontecendo e não só a nível de escola, mas também a nível de Coordenadoria cuja orientação recente comprova o que falo. Recebemos nesta semana o aviso de que precisamos reelaborar os Regimentos em função de a escola ter que oferecer a partir do próximo ano, a PP (Progressão Parcial) para alunos de 5ª série em diante. Tudo bem oferecer, acho uma boa estratégia, mas penso que uma discussão com os professores deveria anteceder a decisão da adoção da dependência para que as coisas não venham impostas e sem consideração a quem está na escola. E a ética, tão discutida em Filosofia, onde fica?

Conhecimentos Importantes




Educação Especial foi uma interdisciplina cursada no sexto semestre e que além dos esclarecimentos iniciais sobre direitos de pessoas com necessidades educacionais especiais,Síndromes, Autismo, etc., muito bem explicadas pela professora Liliana, fiquei encantada com as descobertas sobre os recursos que existem para os PNEs. Um deles, tão simples, eu fiz: colei uma esponja em volta do lápis de aum aluno que tinha dificuldade em atividades de motricidade fina. Foi de grande auxílio para ele.
Fazer um estudo de caso também foi uma experiência que não havia vivenciado antes e que possibilita um acompanhamento mais detalhado facilitando um parecer ou avaliação mais precisa e justa.
Gostei tanto da interdisciplina que já fiz vários cursos na área e queria trabalhar com Altas Habilidades, mas me informei e não existe formação.

Interdisciplinaridade em Questões




Relendo a postagem do 6º semestre, interdisciplina Questões Étnico Raciais encontrei:
"Percebi, ainda, que nós professores temos como tarefa ininterrupta a abordagem do tema bem como a promoção do debate e da reflexão sobre as questões étnico raciais, mas que não apenas o professor. A direção e funcionários deveriam receber formação
ou participar das discussões e ou projetos que aconteçam na escola ou Rede de Ensino, para melhor conseguirmos ajudar a criança conforme sugere Marilene Leal Paré no texto Dimensões da Expressão Afro-Cultural: "O aluno de origem afro cuja escola não considere essas dimensões poderá desenvolver mecanismos de defesa que prejudicariam o desenvolvimento pleno da sua aprendizagem".
Foi importantíssima a discussão que se fez nos encontros virtuais e/ou presenciais sobre esta questão porque a mim, pelo menos, instrumentalizou com pensamentos diferentes e com sugestões de abordagens criativas para o tema, que fiz uso em minha sala de aula. Mas, o que realmente me chamou atenção foi a fala de Marilene Paré sobre mecanismos de defesa porque é a interdisciplinaridade, a intertextualidade sendo vivenciada. Estudamos os mecanismos de defesa em Psicologia e, então, o texto de Marilene ficou compreensível graças à este conhecimento adquirido em outra interdisciplina.
EJA foi uma interdisciplina que me trouxe bastante conhecimento pois eu nunca tinha estudado sobre esta modalidade de ensino. Ao cursá-la no 7º semestre, lemos e respondemos algumas questões sobre o Parecer CEB no 11/2000, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos e assim, logo de saída já descobri o conceito e funções da EJA, a formação dos professores a relação entre trabalho e educação. Na saída de campo, vimos a teoria materializada nas falas dos alunos e diretor. O que discutimos em encontros virtuais e presenciais, se confirmava nas entrevistas: alunos evadidos para ajudar a família, por reprovar tantas vezes, oriundos do interior, cansados por terem vindo direto do trabalho, em busca de um futuro melhor do que o dos pais. Com tudo isto, vi que o professor da EJA tem que desenvolver um trabalho que contemple este universo e, em postagem sobre este assunto coloquei:
"Ao ler o texto Alfabetização de Adultos: ainda um desafio de Regina Hara, identifiquei uma colocação dela com uma vivência de sala de aula. No texto está colocado:"A curiosidade, o desejo de saber o que está escrito, mobiliza muitos conhecimentos que, às vezes, eles mesmos não sabem que têm. Um adolescente empenhado em ler um gibi pode fazer progressos de leitura rapidamente e talvez não o fizesse com outro tipo de texto".
A postagem intitulava-se Meios não Convencionais. Quando vi este título, fui ler o texto pois, como não lembrava mais, pensei se tratar de algo muito especial, mas me dei conta que era só uma charge e pensei... nossa!!! Hoje ela é tão normal na minha sala de aula que passou a ser considerada um meio convencional. Gênero muito apreciado pelas crianças pois trás a informação de forma satirizada e deve mesmo fazer parte do dia a dia da escola.
Registro, então, este que considero um crescimento ao mesmo tempo em que reafirmo que estratégias que leve em conta os interesses e necessidades dos alunos, devem ser aplicadas não só aos alunos da EJA, mas a todos que estudam, independente da série ou modalidade de ensino.

Reflexões

Trouxe, em postagem para Libras no 7º semestre, o seguinte: "Se hoje existem inúmeros recursos, tecnologias diversificadas e eficientes, especialistas altamente qualificados, lamentavelmente não podemos contar com eles, porque o estado não disponibiliza nada neste sentido. Nem mesmo o município permite que os alunos da Rede Estadual utilizem os serviços que oferecem aos alunos da Rede Municipal, como se não morassem na mesma cidade, seus pais não pagassem impostos, enfim, nos sentimos impotentes diante do empurra-empurra entre as Redes e o prejuizo maior é da criança que não é atendida em suas necessidades. Sem um parecer dos profissionais da saúde, ficamos nós professores, perdidos, duvidosos, inseguros."
O filme O Menino Selvagem assistido por nós nesta interdisciplina, mostrava quão parcos eram os recursos há tempos atrás e eu tentei mostrar como hoje apesar da imensa evolução, não dispomos de pessoal,(muito embora eles existam) principalmente, para dar suporte às escolas que não sabem o que fazer com alunos com necessidades especiais. Logo em seguida, a estas reflexões, minha escola foi contemplada com uma sala de recursos que até hoje não foi aberta por falta de profissional capacitado para assumí-la.
Ainda não podemos contar com psicólogos, psicopedagoga, neurologistas, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros que são mantidos pelo município e isto é bem ruim, mas, frequentei cursos nesta área e pude, assim, ver que há sim uma preocupação tanto do governo federal, quanto do estadual e municipal. As salas de recursos são equipadas para atender a todo tipo de deficiência, porém, o recurso humano é que está atravancando o processo. Os cursos que se encontra são extensos, normalmente nas férias e os professores não desejam usar este tempo para se especializar. Também são bastante caros e a oferta de vagas é pequena. Mas, independente desta formação, penso que em primeiro lugar há que existir por parte do professor, a certeza de que todo aluno é capaz de aprender além de ter o desejo e o compromisso de auxiliá-lo em suas necessidades. E, lamentavelmente pude verificar durante a pesquisa para meu TCC que a grande maioria, quer apenas dar conta do conteúdo da série, sem a preocupação com o ritmo e capacidade dos alunos. O que pude observar é que o uso de qualquer meio ou estratégia que comprometa a "ordem" e disciplina da sala, está fora de cogitação. E fico pensando que não bastam apenas recursos tecnológicos ou especialização, nem adianta somente os recursos humanos. Ambos são necessários e ainda somados a uma postura de comprometimento do professor ou qualquer profissional. Que como prega Comênio, "considere o aluno" subentendendo-se que seja em suas especificidades.
Desejo falar, ainda de minhas expectativas quanto a interdisciplina de Libras. Dizer que elas foram superadas, pelo tanto que aprendi, pela forma como o tema foi abordado, pela desenvoltura e conhecimento da professora. O melhor de tudo foi ficar sabendo que as pessoas surdas têm autonomia, se relacionam fora do círculo familiar, viajam, enfim, têm vida própria, direitos e deveres como as demais pessoas. E como foi bom conviver com Eleonora... Ela se expressava tão bem que somente em raros miomentos sentia falta do som da fala.

domingo, 28 de novembro de 2010

Métodos

A interdisciplina de Linguagem e Educação cursada no sétimo semestre proporcionou-nos a reflexão sobre Metodologias. Na ocasião, aproveitei o gancho da colega Roseli que falou que sua escola havia aderido ao Alfa e Beto que é um método fônico. Coloquei que minha escola tinha decidido não adotar nenhum dos sugeridos pela Coordenadoria por acreditar que ideal é constatar qual método se aplica melhor ao modo de aprender de cada aluno, porém, neste final de ano, novamente recebemos um chamamento para escolher um deles e, desta vez, devido aos baixos resultados das avaliações externas, a direção resolveu que teremos que adotar um para o próximo ano. Fiquei bem triste pois acho um retrocesso e um desrespeito às particularidades dos alunos muito embora sinta necessidade de repensar as práticas pedagógicas visando favorecer as aprendizagens.

Avaliação

Um dos temas estudados em Didática no 7º semestre foi a Avaliação. Agora o ano letivo está prestes a acabar e é hora de transformar o processo em uma nota. Em postagem para a referida interdisciplina, coloquei o seguinte: "A avaliação pode se constituir num momento se não dramático no mínimo angustiante da vivência pedagógica tanto para o aluno quanto para o professor. Nos moldes como era realizada há não muito tempo atrás e, a bem da verdade ainda o é em algumas práticas, causava medo, insegurança, estresse, ansiedade, fato que certamente, para alguns, contribuía para um mau resultado." Eu, realmente com os estudos ao longo do curso, passei a ver a avaliação de um modo diferente, sem medo, sem "neura" e, tentei fazer com meus alunos também, passassem a vê-la do modo como eu a via, mas, até hoje ainda têm alguns que não entendem, por exemplo, quando o resultado de um cálculo não está correto e eu coloco um meio certo, ou 1/3 certo considerando até onde eles já compreendem. Assim, fica claro, também, a real função da avaliação que é verificar a caminhada dos alunos, como eles estão pensando sobre tal conteúdo e a partir das constatações, elaborar as estartégias que o levem a avançar no processo.

Tecnologia em sala de aula - Mudança de pensamento

Mais uma vez percebo como o ir e vir, a reflexão sobre as atividades realizadas, quer na prática, quer no registro escrito, na oralidade nos faz perceber quanto mudamos a medida que vamos aprendendo. Encontrei esta fala em postagem feita no segundo semestre de 2008: "Tecnologia em sala de aula
Atualmente estou usando com meus alunos, na sala de aula, o note book. Esta prática está tornando nossa caminhada mais interessante e afetiva. O conhecimento, é buscado em tempo real e conjuntamente. Antes, anotava os questionamentos das crianças e pesquisava em casa na internet. Levava no dia seguinte, as informações prontas. Discutíamos, fazíamos trabalhos, estudávamos, mas agora, vejo os alunos mais entusiasmados, se envolvendo nas atividades com mais gosto. Penso que isto se deve ao fato de se sentirem parte ativa no processo de construção do conhecimento".
Agora, finalizando o curso, tomando por base os conhecimentos adquiridos, reformularia a postagem pois não penso mais da forma como pensava naquela época. É verdade que percebia mais afetividade pois tínhamos apenas um computador e ficávamos todos grudadinhos, uma vez que este meio tecnológico exerce grande fascínio sobre os alunos e todos queríamos ver o que aparecia na tela. Sobre isto, continuo com o mesmo pensamento, porém, quanto ao fato de todos pesquisarem a mesma coisa ao mesmo tempo, entendo, agora que era uma arbitrariedade pois aprendemos que as crianças têm ritmos, necessidades e interesses distintos, então é possível pensar que alguns, talvez poucos, talvez muitos, não contavam com estratégias adequadas ao seu desenvolvimento. Entendo, também, que para proporcionar ao aluno um ensino que considere seu modo de pensar, seus conecimentos prévios, seus interesses, a estratégia mais indicada seria a de trabalho com Projetos de Aprendizagem.

Projeto de Aprendizagem

Em novembro de 2008, fiz referência ao trabalho com Projetos de Aprendizagem desenvolvido pela interdisciplina de SI V. Nesta postagem, listei algumas vantagens desta estratégia em relação à outras, como, por exemplo:
- espaço para debates
- espaço de orientação
- espaço para registro das ações individuais e coletivas (diário de bordo)
- autonomia para gerenciar a aprendizagem
- conteúdo de livre escolha
- gera grande teia de conhecimentos.
Hoje acrescentaria ainda outras:
- respeito às opiniões alheias;
- poder de decisão;
- aceitar críticas;
- uso de mídias e tecnologias;
- seleção de fontes de pesquisa;
- compartilhar conhecimentos, entre outros.
Com o passar do tempo, esta minha opinião foi se confirmando cada vez com mais contundência pois a alegria o interesse, o envolvimento e as produções dos alunos com os projetos me deram a certeza desta vantagem.
Além disso, me encantei de ver como os SIs cumpriram bem o seu papel, articulando os conteúdos, as práticas com as aprendizagens realizadas nas interdisciplinas de todos os Eixos.

sábado, 27 de novembro de 2010

Reformulação

Revisando uma postagem de Estudos Sociais, em maio de 2008, verifiquei inicialmente que escrevi uma frase absolutamente sem sentido: "A Interdisciplina de Estudos Sociais tem nos levado, digo "nos" levado porque está sendo impossível separar teoria da prática." Não sei o que pretendi dizer, por isto não a corrigirei. Imagino que queria falar mesmo sobre a forte conexão entre teoria e prática, mas não tenho certeza. Na verdade, toda a postagem ficou confusa mas, o que é importante ressaltar desta interdisciplina é que realmente fomos levados a conhecer e refletir sobre os espaços que ocupamos e, hoje percebo com clareza que só teremos condições de transformar esses espaços que são na verdade, nossa realidade, se os conhecermos e, constatamos com os relatos das colegas que a grande maioria de nós não tinha vivenciado na escola atividades que estimulassem ou levassem a buscar informações, analisar e atuar no meio em que vivemos. Nem mesmo a fonte formadora proporcionou reflexões tão profundas sobre Estudos Sociais.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ideias Originais




Aprendi tantas coisas interessantes em Ciências... Apliquei todas as que o professor sugeriu e foi muito prazeroso e interessante. Em postagem no Portfólio em abril de 2008 coloquei:
"Bem bacana a atividade de refletirmos sobre as representações que construímos ou que simplesmente constroem e acabamos aceitando como verdades absolutas.
Interessante aplicar com os alunos. Aprendi uma nova forma de conhecer seus conhecimentos prévios com sutileza e seriedade."
Esta interdisciplina, levou-me a melhorar as aulas de ciências que passaram a ser mais práticas, porém, tenho que admitir que não consigo, ainda, ter ideias tão originais quanto as apresentadas pelo professor´quando, por exemplo, da verificação dos conhecimentos prévios dos alunos, que foi verificado através do desenho ou quando utilizamos cartões pretos e brancos para projetarmos sombras. Gostaria muito de ser mais criativa e ter estas boas ideias, mas por enquanto não consigo.

Matemática e Tecnologia




Em junho de 2008, fiz a seguinte postagem no Portfólio de Aprendizagens:
"Ontem antes de iniciar meus estudos, li o jornal e uma das notícias informava sobre a mudança do trânsito em três ruas do Centro da minha cidade. Me esforcei mas não lembrei onde ficavam as mesmas. Logo em seguida me deparei com a atividade no Google Mapas e imediatamente localizei as ruas. Agreguei mais uma aprendizagem muito útil".
Esta aprendizagem vem me auxiliando desde então, pois em diversas situações, faço uso da mesma tanto na escola quanto na vida pessoal, em ocasiões das mais simples às mais complexas com em viagens longas, por exemplo. Aliás, todas as aprendizagens de Matemática foram muito úteis porque através delas, construí com meus alunos conceitos e conhecimentos extremamante usados nas nossas atividades diárias referentes a Tratamento da Informação, Medidas e Grandezas, Geometria, entre outros.
Para encontrar lugares ou estabelecimentos, usamos o computador e, para tanto, os conhecimentos desenvolvidos na interdisciplina de TICs foram fundamentais.

Capitalismo e Educação

Comentei em postagem agosto de 2008 para interdisciplina Organização e Gestão da Informação que não dimensionava a a influência do capitalismo na educação e que com a leitura e estudo do texto de Vera Maria Vidal Peroni "POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE REDEFINIÇÃO DO PAPEL DO ESTADO", eu havia entendido melhor esta questão. Hoje, percebo ainda com maior nitidez o tamanho desta influência pois outros autores vieram e fortaleceram e ampliaram esta compreensão. Entre os que estudamos e que abordam o tema, dois dos que mais me ajudaram a entendê-lo foram Paulo Freire e Marx. Ambos lutando para derrotar a ideologia e alienação, levando-nos à reflexões importantes para a quebra do status quo.

Emoções e Aprendizagens

Maturana me deixou "embolada" com sua objetividade-entre-parênteses, objetividade-sem-parênteses, no texto Transformações na Convivência, mas, como coloquei em postagem realizada em setembro de 2008 para a interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta, gostei da relação que ele fez entre emoção e aprendizagens. Diz ele: "Se levarmos isso ao cotidiano das relações entre educadores e educados, também podemos verificar que tais emoções condicionam posições frente à aprendizagem, facilitando-a ou dificultando-a". Na realização de minha pesquisa para o TCC, pude, novamente constatar a veracidade desta afirmativa. Alunos que tem professores que provocam emoções, tanto boas quanto ruins, são afetados positiva ou negativamente, desenvolvendo-se de acordo com a forma com que são tratados ou estimulados.

Argumentos e Evidências

Faço questão de abordar esta postagem pelo grande espaço que ela ocupa, não só na minha prática pedagógica, mas, também, na minha vida pessoal. Em postagem ao SI III, em outubro de 2007, coloquei sobre como o exercício da argumentação e das evidências estavam me auxiliando em um projeto que eu participava como voluntária. Com os Projetos de Aprendizagem, fortaleci minha convicção de que elas qualificam a comunicação oral ou escrita e, desde então, tenho procurado aplicá-las em todas as situações do meu dia-a-dia. Expresso-me, assim, com muito mais clareza porque minha fala ou escrita é bem fundamentada, rica em argumentos e evidências.

Constatando a mudança

Em dezembro de 2007, fiz uma postagem comentando sobre o fato de ter observado uma tela e, baseada nas aprendizagens da interdisciplina de Artes, feito uma leitura da mesma e no dia seguinte ter consultado sobre o quadro e constatado que a leitura que realizei coincidia com o que o artista desejou expressar. Este fato encantou-me, na época, mas hoje, percebo com clareza como eu buscava um único conceito, a resposta certa. Percebo hoje que há várias possibilidades de interpretação dependendo do olhar de quem admira a obra. Confirma este meu atual pensamento, a resposta dada por Anderson Neves, artista que respondeu a pergunta formulada por meus alunos sobre como se admira uma obra de arte: "- Primeiro com os olhos (hehehe) depois com o coração".
Graças a este entendimento hoje vejo-me mais flexível, sem o rigor ou a neura de buscar "a" resposta certa e isto se aplica a toda a minha prática assim como favoreceu meus alunos uma vez que esta postura leva a uma avaliação mais justa.

domingo, 31 de outubro de 2010

QUESTÕES SIMPLES

Relendo Tardif no texto O trabalho docente, a pedagogia e o ensino: “O perigo que ameaça a pesquisa pedagógica e, de maneira mais ampla, toda a pesquisa na área de educação, é o da abstração: essas pesquisas se baseiam com demasiada freqüência em abstrações, sem levar em consideração coisas tão simples, mas tão fundamentais, quanto o tempo de trabalho, o número de alunos, a matéria a ser dada e sua natureza, os recursos disponíveis, os condicionantes presentes, as relações com os pares e professores especialistas, os saberes dos agentes, o controle da administração escolar, etc”;tento encontrar avanços nestas questões dois anos após abordarmos este assunto na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade no Eixo 5, e, bem triste constato que justamente estas discussões que realmente dizem respeito aos professores, continuam, eu não diria ignoradas, mas bem lentamente sendo tratadas. Uma das conquistas refere-se ao tempo de trabalho que oportuniza ao professor, duas horas semanais para planejamento. Continuo torcendo para que o número mínimo de alunos em sala de aula, principalmente dos menores, seja, também, reduzido e para que outras questões de igual relevância sejam pensadas.

RESOLUÇÃO

A Resolução CNE/CEB n.º 2, de 7 de abril de 1998 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e, através de seu estudo na interdisciplina Organização e Gestão da Educação cursada no 5º semestre, pude compreender o que o Estado está pretendendo com o Lições do Rio grande adequando-se, cumprindo o que reza a Resolução e, ao mesmo tempo sanar um grande problema vivido pelas escolas quando um aluno transfere-se para escolas de outras localidades e até mesmo na própria cidade pois, não há consonância entre as grades curriculares e isto trás grandes transtornos tanto para os professores quanto para os alunos. Certamente uma transferência não será tão dramática para ambos se for cumprido o que está posto:
"IV - Em todas as escolas deverá ser garantida a igualdade de acesso para alunos a uma base nacional comum, de maneira a legitimar a unidade e a qualidade da ação pedagógica na diversidade nacional. A base comum nacional e sua parte diversificada deverão integrar-se em torno do paradigma curricular, que vise a estabelecer a relação entre a educação fundamental e:
a) a vida cidadã através da articulação entre vários dos seus aspectos como:
1. a saúde
2. a sexualidade
3. a vida familiar e social
4. o meio ambiente
5. o trabalho
6. a ciência e a tecnologia
7. a cultura
8. as linguagens
b) as áreas de conhecimento:
1. língua portuguesa
2. língua materna, para populações indígenas e migrantes
3. matemática
4. ciências
5. geografia
6. história
7. língua estrangeira
8. educação artística
9. educação física
10. educação religiosa, na forma do art. 33 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Fico pensando em como a informação, o estudo, o conhecimento vão nos habilitando a estabelecer relações entre os fatos e também sobre como é necessária a formação continuada para todos, mas, principalmente para o professor.

Conhecimentos Úteis



No preparo da reunião pedagógica desta semana, além de estratégias de leitura, abordamos a produção textual e, como subsídios, recorri a interdisciplina de Literatura mais especificamente sobre elementos da narrativa, onde, em power point encontra-se: "A Narrativa. Para que exista a história é necessário haver quem conta e o que contar.
Quem conta a história é o narrador e a narrativa apresenta:
Uma seqüência de fatos relacionados entre si (o enredo);
b) Personagens (que vivenciam os fatos);
c) O lugar onde os fatos ocorrem (espaço ou ambiente) (elemento opcional).
Além das características de uma narrativa, outros aspectos imprescindíveis em um texto foram tratadas neste power poin, como: enredo e suas etapas, foco narrativo, espaço e tempo.Também, os estudos ajudaram a desconstruir a ideia de que só se podia ler histórias se tivesse uma moral ou para fazer interpretação ou fichas de leitura. Mostrou que podemos sim ler por lazer, por prazer.
O momento de contação de histórias por grupos foi bem rico e ideias muito criativas surgiram ficando gravados como sugestão para uso' em sala de aula bem como engendrando novas possibilidades de recursos, de técnicas e até mesmo do uso dos sentidos, onde surpreendentemente o paladar teve lugar na hora da contação.
Esta interdisciplina foi ministrada no Eixo I no segundo semestre de 2007 e, desde então, valho-me seguidamente das aprendizagens realizadas para fins diversos.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Jogos e brincadeiras




Em Ludicidade aprendemos sobre a importância do jogo tanto para o simples prazer como também como estratégia de ensino.
Em um powerpoint disponibilizado pela interdisciplina encontrei o segue: "Sem dúvida a intervenção pedagógica quando trabalhada na perspectiva dos jogos, é auxiliada por uma importante ferramenta de elaboração dramática que reúne corpo, organismo, inteligência e desejo. É neste campo que poderemos perceber conflitos, ansiedades, defesas, medos e baixa tolerância à frustração."
Trago esta colocação neste momento porque ontem realizei uma reunião pedagógica sobre avaliação externa e, após analisarmos os resultados, propus refletirmos sobre nossas práticas. Trouxe para apresentar, estudos de Isabel Solé sobre Estratégias de Leitura.
Como vimos que para o aluno se tornar um leitor competente, precisa ver o professor fazendo uma compreensão textual, resolvemos aplicar as atividades para antes, durante e depois da leitura para como eles, aprender como se faz. A fim de que não ficasse tão cansativo, intercalei com jogos e brincadeiras. Estávamos num grupo com trinta e uma pessoas, todas adultas e, ainda nesta faixa etária foi possível verificar exatamente o que está posto no slide sobre a percepção das ansiedades, dos mecanismos de defesa, como vimos em Psicologia, do medo de errar e da dificuldade de lidar com a frustração. Foi positivo porque discutimos sobre isto e, certamente alguns professores menos tolerantes, irão lembrar deste fato quando seus alunos apresentarem a mesma conduta e, quem sabe, agirão conforme concluimos que se deve agir frente a estas atitudes. Enfim, tivemos momentos bem descontraidos como tivemos em Ludicidade, que alegraram e agradaram se não à todos, pelo menos a grande maioria. Ganho para nós, ganho para os alunos.

domingo, 24 de outubro de 2010




Não sei se é por causa da era da automação que a gente vai fazendo as coisas sem se dar conta. Não se toma por hábito a reflexão sobre as ações. Um dos momentos em que me dei conta disto, foi durante o curso da interdisciplina de Música, onde lemos e discutimos sobre a influência das mídias em nossa vida, ou seja, o rádio toca, o discotecário compra o disco e nós vamos aceitando tudo isto sem pensar se realmente é disto que se gosta ou quer ouvir; se a letra da música é boa, se me diz alguma coisa, etc... Através da entrevista a um local de venda de discos, foi possível perceber como eles dispõem para venda apenas o que querem ou o que toca nas estações de rádio. Não têm critérios de escolha. E nós vamos aceitando, comprando, cantando sem consciência.
Sobre isto, desde então, venho ajudando os alunos e outras pessoas, quando tenho oportunidade, a pensarem sobre esta conduta e tomarem decisões por si mesmas.
Também nesta interdisciplina, fizemos, as crianças e eu, um dos projetos que mais gostamos, sobre Pixinguinha. Foi uma oportunidade de conhecermos sobre a vida desta importante pessoa e ver a sua contribuição para a música.

domingo, 17 de outubro de 2010

Novas aprendizagens

Aprender é muito bom. E que bom que tenho esta consciência de que jamais saberei tudo. Isto me torna eterna aprendiz e que bom que tive a oportunidade deste curso pois, através dele, pude me instrumentalizar e ampliar as possibilidades de aprendizagens aos alunos ao mesmo tempo em que construí importantes conhecimentos. Necessários e imprescindíveis para um professor. Com aprendizagens como o improviso no teatro, tirei, esta foi a sensação, um fardo pesado de minhas costas uma vez que tinha uma preocupação grande quando planejava uma dramatização ou teatro com as crianças. Queria que todos fizessem tudo como EU havia planejado, não por pensar que era dona da verdade, mas porque achava que era o melhor para os alunos se desenvolverem nesta área. Neste sentido é que compreendendo que o improviso é adequado e possível, esta atividade ganhou mais leveza e originalidade. Quanto à TICs, mais precisamente no que se refere à análise de softwer, nem imaginava que haviam tantos aspectos a serem observados. Evidentemente tomava cuidado com o conteúdo e com a adequação à faixa etária, porém, não aprofundava a análise observando a possibilidade de interatividade,autoria, feedback facilitando as aprendizagens. Hoje, não analiso apenas os que ofereço aos alunos, mas também auxilio na escolha e estimulo o uso para a escola toda.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Aspectos Administrativos

- Revendo a Interdisciplina de EPPC, notei que hoje sou uma profissional mais completa, pois, antes, não me envolvia nas questões administrativas da escola. Não achava isto ruim. Pensava que o importante era apenas a parte pedagógica como se uma coisa não tivesse nada a ver com a outra e como se ambos não fossem pedagógicos e administrativo ao mesmo tempo.

Com as reflexões e conhecimentos adquiridos nesta interdisciplina, não só aprendi o que é um PPP como para que se destina. E, o mais importante foi a motivação que gerou em mim, levando-me a sugerir uma revisão e estudo do que existia na escola juntamente com aquipe diretiva e colegas. Ideia esta que foi aceita e hoje, temos um feito por nós, para as nossas reais necessidades de acordo com nossa realidade.

Regimento Escolar, eu sabia que existia, porém, nunca o havia examinado, quanto mais elaborado um. Aprendendo que ele se origina do PPP, foi consequencia da elaboração daquele, a automática revisão e alterações do que existia até então. Além do mais, quando a gente consolida uma aprendizagem, ela já engendra outras necessidades, a gente fica mais crítica, não aceita as coisas como estão, tem desejo de mudar e entra num processo que não tem fim. Exaustivo em grande parte das vezes, porém, trás uma satisfação pessoal muito grande, uma vez que ao perceber o produto do teu trabalho tornando as pessoas do teu grupo mais felizes pelo que vem de encontro aos seus interesses, bem como da importância que passam a te dar pelo envolvimento e empenho em buscar a mudança e consequente melhoria do processo ensino aprendizagem e de outros aspectos. Trás satisfação, principalmente porque assim, consegue-se o que prega Charlot: "a problemática da relação com o saber estabelece uma dialética entre sentido e eficácia da aprendizagem. O que é aprendido só pode ser apropriado pelo sujeito se despertar nele certos ecos: se fizer sentido para ele". E, que ecos seriam possíveis, com um currículo estabelecido para não dizer copiado de uma outra escola? Neste sentido, posso dizer que EPPC despertou ecos em mim, importantíssimos dando-me condições para agir.

domingo, 3 de outubro de 2010

Teia de Conhecimento




Revisando minhas atividades iniciais do curso, encontrei a solicitação para produzirmos uma teia de conhecimentos que consistia em desenvolver diariamente textos sobre tópicos selecionados por nós postando-os no blog particular. Estas seriam comentadas por colegas e, o autor, reelaboraria melhor suas ideias baseado nestes comentários. Podíamos, ainda, fazer a réplica dos mesmos sempre que julgássemos necessário.
Reporto-me a esta tarefa porque vem de encontro a minha pesquisa do TCC que investiga a relação entre as práticas pedagógicas e a produção de textos criativos. Percebi que estas aprendizagens, influenciaram na minha prática e, por diversas vezes, apliquei esta dinâmica durante meu estágio. Com ela, adquiri dados para fundamentar minha pesquisa. Entendo que esta seja a principal função de um curso: levar o aluno a dar utilidade aos conhecimentos adquiridos, contextualizando os saberes.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Caderno? Não... Computador!!!



Buscando em minha memória, condutas que eu adotava anteriormente, mais precisamente ao iniciar o curso, e que, pudesse estabelecer um paralelo com a atualidade, veio-me a mente, a aula presencial em que eu estava com meu caderninho à postos para registrar tudo que o professor falasse. O professor Crediné iniciou suas falas e lá pelas tantas, perguntou: "-caderno pra quê? Vocês farão suas leituras e registros no computador."
Eu, que precisava imprimir tudo para ler e estudar, achei que nunca desenvolveria esta habilidade, porém, não demorou muito tempo para que eu percebesse a comodidade desta prática e a adotasse. Senti, inclusive no bolso, a diferença. Hoje, escrevo, apago, coloco marcações, colo, leio, enfim, dispenso o papel. Inicialmente, não foi fácil, pois eu não compreendia o que lia. Precisava voltar muitas vezes para entender, mas com a prática, o problema foi superado e mais um desafio vencido.
Impressionante como a gente vai se apropriando das tecnologias e mídias.
Já estou de olho num e-book.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Progresso

Revendo as postagens do início do curso, encontrei esta que segue abaixo e me senti feliz por ver que vivenciei, junto com os alunos, uma experiência que me oportunizou aprofundar os conhecimentos sobre arte e, sobretudo, de poder aplicar os conhecimentos adquiridos naquela época na interdisciplina de Artes, no projeto que mais me motivou e realizou no meu estágio. Vi que a forma de trabalhar continuou simples e achei isto bom, porém, não mais de forma superficial, bem pelo contrário, andamos por caminhos que nos proporcionaram grandes e fartas aprendizagens. Estudamos sobre a vida de artistas, suas obras, experimentamos técnicas diversificadas, realizamos experiências, entrevistamos artista da região, visitamos exposição de telas, entre tantas outras coisas. Neste sentido, considero que progredi nesta área do conhecimento.
"sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Cultura
Para mim, as aulas de artes foram um banho de cultura. Nossa! Me senti medíocre por saber tão pouco e trabalhar de forma tão simples e superficial com meus alunos."

domingo, 27 de junho de 2010

Curiosidade




“Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino”. Paulo Freire.
Hoje, revisando as atividades de meu estágio, sob a perspectiva Freireana, entendo que aprendi e ensinei assim como meus alunos, que ora ocuparam lugar de aprendizes, ora de "ensinadores", graças as nossas curiosidades e busca respostas à elas. E, a grande diferença é que sim, as crianças estiveram inseridas na busca durante todo o processo, fato que, para mim, foi novo pois até então, quem definia as linhas de pesquisas e conduzia os trabalhos, era eu. Felizmente, não foram muitas as dificuldades de adaptação e o resultado foi muito gratificante.

domingo, 20 de junho de 2010

ALFABETIZAÇÃO / LETRAMENTO / TECNOLOGIAS




No texto “Um olhar dos estudos Culturais sobre artefatos e práticas sociais e escolares de alfabetização e alfabetismos”, de Iole Faviero Trindade, li o seguinte: “todos(as) nós somos ou mais ou menos alfabetizados(as), ou mais ou menos letrados(as), dependendo dos domínios que temos e dos usos que fazemos das tecnologias de que dispomos e que nos são reclamadas em nossos dias.” E, lendo isto, fiquei a pensar no quanto este curso está nos auxiliando na tarefa de oportunizar aos alunos o uso de diferentes tecnologias. Vejo grande progresso na habilidade de lidar com o computador, acessar programas e fazer uso deles, desde que estou trabalhando com meus alunos, especialmente neste ano onde usamos diariamente o computador para localizar informações, escrever textos, fazer power point, fazer gráficos para colocar dados coletados em entrevistas, assistir e produzir vídeos, enviar correio para agendar visitas ou comunicar com as pessoas, conhecer e localizar lugares que estamos estudando, entre outras coisas. Antes de iniciar no PEAD, eu mesma não sabia e por isto mesmo, não fazia uso destas modernas tecnologias, era mimeógrafo, retro projetor e registros, só escrito em papel ou foto revelada no laboratório. Hoje, continuo usando as antigas, mas, nada comparado com a praticidade, rapidez e eficiência das tecnologias e mídias atuais. Deste modo, sinto-me, junto com as crianças, mais alfabetizada e muitíssimo mais letrada do que anteriormente. Fico na torcida para que minhas colegas busquem a formação necessária e comecem a fazer usos destas pequenas maravilhas para ajudar os alunos nas suas aprendizagens. Além do computador, meus alunos sabem lidar com máquina digital, filmadora (fizeram meu vídeo de apresentação), celular. Com tudo isto, estamos construindo um bonito e rico caminho, e, o mais emocionante é perceber no olhar e no sorriso dos alunos a satisfação e o quanto se sentem importantes por estarem frente não às minhas, mas às suas próprias produções. Preciso dizer que meu sentimento é o mesmo que o deles?

sábado, 12 de junho de 2010

Conhecimento à Partir de Obras de Arte




Com o projeto de artes, analisamos obras de pintores que contribuíram muito para a compreensão da história de nosso povo. Dentre eles, Jean Baptiste Debret, aquarelista Francês que retratou questões sociais importantes do nosso país, mas focamos essencialmente nas que se referiam aos africanos. Hoje, após encerrado o projeto, os alunos continuam mostrando interesse, trazendo gravuras, fazendo leituras de obras dos artistas e agora, estão estabelecendo relações entre os fatos observados, discutidos e estudados com o que estão vendo no projeto Copa do Mundo, principalmente no tocante à identidade afro/brasileira.
Assim é que vejo contemplada a abordagem feita por Carmen Rangel da Silva no texto: Distendendo Memórias, Redescobrindo Sentidos, Reescrevendo Identidades Negras/Mestiças: “É central hoje para o currículo escolar pensar sobre os ancestrais africanos do povo negro tornado "brasileiro", sobre o que eles representam do ponto de vista de sua história, mas, sobretudo, da forma como o conhecimento e a valorização desta afro-história possa contribuir na construção de traços da personalidade coletiva e individual deste povo, de sua identidade, de sua auto-estima. A possibilidade de redescoberta de regiões e das histórias da África que remontem às origens anteriores à chaga da diáspora do século XVI, assim como a busca de novas possibilidades didáticas na sala de aula no caminho da (re)significação das histórias negras/mestiças nestes cinco séculos de Brasil.
É necessário o reinventar do conhecimento em relação à África, de seus povos tão ricos em diversidade e tão uníssonos em sentidos, sentimentos, atitudes e certezas em relação aos significados de suas raízes ancestrais, na força de sua história oral, de seus signos culturais.”
Fico a pensar, ainda, no quanto eu aprendi com as crianças, à partir de um projeto que me angustiou tanto inicialmente, pelo pouco conhecimento que tenho sobre Artes. Hoje sei um tanto mais graças à eles e às nossas inúmeras pesquisas e atividades sobre o assunto.

sábado, 5 de junho de 2010

Avaliação




Está chegando o momento em que o professor fica apreensivo porque precisa converter o processo vivido pelo aluno em um número. Hora da avaliação. Por mais que tenhamos acompanhado a caminhada de cada um, tomado o cuidado para que as dificuldades servissem para redirecionar as estratégias pedagógicas, fica sempre, para mim, pelo menos, o medo de cometer injustiças. Tentei, ao longo deste trimestre, agir conforme Luckesi propõe: “A avaliação deverá ser assumida como um instrumento de compreensão do estágio de aprendizagem em que se encontra o aluno, tendo em vista tomar decisões suficientes e satisfatórias para que possa avançar no seu processo de aprendizagem” (LUCKESI, 1996, p. 81). Espero sinceramente que um dia a prática da nota, seja abolida e que em seu lugar seja adotada a avaliação descritiva a serviço do acompanhamento da evolução do aluno para determinar o caminho adequado a sua aprendizagem e não como prática classificatória e excludente.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jogo e Aprendizagem

Nesta semana fiquei muito feliz porque minha aluna conseguiu ler todo um poema em letra cursiva. Não foi uma leitura fluente, mas para quem travava e não saía nada, foi um mega progresso. Atribuo grande parte deste sucesso às estratégias que viemos adotando onde, dentre elas, se encaixam os jogos, tanto de computador quanto de mesa.
Sustentando meu pensamento, encontro na interdisciplina de Ludicidade o seguinte:
“No espaço de intervenção pedagógica, o ato de jogar adquire uma importância extraordinária, proporcionando ao sujeito envolvido aprofundar seu processo de aprendizagem ou resgatar possíveis fraturas.” Foi exatamente o que constatei. Evidentemente o trabalho não está acabado. Muito temos que andar para atingir as habilidades e competências referentes à escrita e leitura, mas, creio que o maior obstáculo já foi superado.

sábado, 22 de maio de 2010

Escrevendo de Outro Jeito

Maria Isabel Dalla Zen e Iole Faviero Trindade, escreveram no texto Leitura, escrita e Oralidade como Artefatos Culturais, o seguinte: “Não falamos sem¬pre da mesma forma, não escrevemos adotando sempre o mesmo estilo. As condições de produção do discurso - o contexto de uso da linguagem, o lugar do qual falamos, o interlocutor - interferem na seleção do conteúdo (o que dizer) e das estratégias do dizer (como dizer)”.
Recentemente comprovamos isto em nossa prática na sala de aula, por ocasião da escrita de um e-mail encaminhado à Prefeitura de Campo Bom, solicitando algumas informações sobre locais de cultura e lazer da cidade.
Montamos o texto coletivamente. Os alunos iam ditando e eu anotando no quadro. Enquanto iam criando, ao mesmo tempo analisavam a escrita, pediam para apagar palavras, substituir por outras que julgavam mais adequada para o contexto. Um aluno disse: - “Profe, precisamos caprichar”. Como não disse por que, indaguei e ele respondeu: - “Porque vai para um lugar importante”. Então, percebi que ele já se dá conta das variações que a escrita pode ter, neste caso, especificamente, mostrando que precisavámos fazê-lo de maneira mais formal considerando a quem se destinava. Chamei a atenção dos demais alunos perguntando se concordavam com a observação de Lucas e disseram que sim. Inventei na hora, algumas situações para que dissessem como poderíamos escrever e foi bem divertido, mas eles mostraram compreender o que falávamos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Softwer

Procurei muito, mas não encontrei o local onde deixei esta postagem há tempos atrás:
"Importante colocar que no início da sistematização da escrita, a criança carece de intervenções constantes que a conduzam à aquisição deste saber. O professor, desempenha este papel de "interventor", lançando desafios que facilitem o caminhar do aluno neste processo,podendo, sim, utilizar o computador como recurso auxiliar, através de softwers,jogos ou outras atividades possíveis". Penso que foi na construção de um texto de Aprendizagem Colaborativa, mas, o fato é que achei-a adequada para o momento porque me alertou para trazer jogos que envolvam o alfabeto para auxiliar a minha aluna que está apresentando bastante dificuldade de escrita. Vimos tanto em TICs como em Educação Especial o quanto o uso de softwers pode contribuir para o processo de ensino aprendizagem, mas, a verdade é que não havia, ainda, pensado nesta possibilidade com ela. Sem perda de tempo, providenciarei.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Novos conhecimentos




Outro dia postei aqui que estava preocupada porque as crianças queriam estudar sobre Artes e eu não tenho muito conhecimento nesta área. Passada a primeira semana de estudos, estou aqui para dizer que estou encantada com o que estou aprendendo. Sobre Portinari, especificamente sua infância, rendeu muito assunto. As crianças e eu amamos e desejamos ter vivido uma assim. Brincamos de algumas brincadeiras que ele e seus amigos brincavam, comparamos com as nossas, identificamos semelhanças e diferenças, entrevistamos avós de alunos, fizemos Linha do Tempo, e fomos até visitar uma Exposição de telas, mas ao chegarmos lá, haviam recolhido antecipadamente e, então, conseguimos o projeto dela que muito nos interessou porque a base dos quadros era de lona de caminhão lixada e, nestes tempos, material alternativo é até uma questão de responsabilidade ambiental/social. Combinamos de voltar posteriormente para apreciar outra mostra. Temos ainda, toda esta semana para pesquisa e descobertas e pretendemos confeccionar o presente das mães usando nossas novas aprendizagens.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tecnologias...

Outro dia fiz uma postagem sobre o uso do celular como meio de aprendizagem. Achei o fino a descoberta e tem funcionado com vários alunos. Eles me enviam mensagens, eu respondo, mas, imprimo-as e no dia seguinte, levo para a sala para análise. Brinco com eles dizendo para vermos no que vamos crescer, me referindo à correção da escrita, pontuação, concordância. Tem sido bem divertido aprender.
Bem, mas se eu achava o máximo o uso do celular, hoje fiquei mais feliz ainda com a iniciativa da aluna que trouxe o Mp5 para gravar a entrevista para o PA. Imagina que luxo... Ela vai me passar a gravação e mostrarei a ela como linká-la no nsso blog.

Famíla na Escola

Hoje recebemos em nossa sala, uma visita muito ilustre. A mãe de uma aluna que foi, gentilmente, conceder uma entrevista para o grupo do PA sobre culinária. Como ela trabalha em uma panificadora, foi convidada pelo grupo e compareceu toda bonitinha para conversar conosco.Os alunos fizeram várias perguntas e até combinaram com ela de fazerem um bolo na próxima semana. Vai ser uma festa!!! A aluna filha, estava radiante. Sorria sem parar, participava fazendo perguntas e ela é toda quietinha, trouxe sugestões excelentes que estou aproveitando e transformando em momentos de aprendizagens. Além disto, fica mais do que provado de que esta aproximação entre família e escola, eleva a auto estima do aluno que sentindo-se valorizado, se aventura sem medos na busca do conhecimento.

sábado, 24 de abril de 2010

Revisitando interdisciplinas

Nesta terceira semana de estágio, meus queridos alunos trouxeram para estudo o tema Artes. Como dizem por aí, fiquei bege, pois entendo um quase nada de artes, mas, passando o susto, encarei o desafio como uma oportunidade para eu aprender sobre o assunto. Já em casa, na hora de organizar as idéias dos alunos e fazer o planejamento da semana, recorri à disciplina de Artes, buscando suporte e encontrei. Pretendo trabalhar de acordo com a Proposta Triangular que propõe que: “se trabalhe de forma a possibilitar às crianças a vivência e a compreensão das linguagens da arte, a partir da experiência de ver arte, saber e refletir sobre ela, do seu fazer, incluindo tudo que entra em jogo no percurso criador. Uma proposta que, além de valorizar os recursos pessoais, a pesquisa de materiais e técnicas, possibilita um trabalho centrado na percepção, na imaginação e na reflexão”. Agora, precisamos estabelecer estratégias que contemplem esta perspectiva.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Interlocuções

Durante todo o curso, fomos estimuladas a fazer uso de diferentes tecnologias. Nesta semana, algo inusitado aconteceu. Minha aluna enviou-me uma mensagem por celular. Ao tentar respondê-la, não sabia como pontuar as frases, nem como inserir símbolos ou usar a letra maiúscula. Enviei a mensagem, mesmo assim. No dia seguinte, expliquei à ela porque escrevi daquele modo. Não podíamos naquele momento, mas disse à ela que queria umas aulas de celular. Numa outra oportunidade, explicou-me tudinho e, sem dúvida que à tarde, enviou-me nova mensagem solicitando resposta. Achei uma graça, pois evidentemente ela estava me avaliando naquele momento. Respondi escrevendo tudo corretamente dizendo que sabia que ela estava me testando, mas que tinha sido ótima professora e eu aprendera a lição. Relatei este fato porque percebi que a aluna escreveu muito bem no celular. Usou sinais de pontuação corretamente, frases coerentes, identificou-se diferentemente de outro colega que também comunicou-se comigo por este meio, dizendo que não estava conseguindo resolver a questão 2 da tarefa de casa. Eu não sabia quem estava enviando a mensagem, não usou pontuação, não cumprimentou inicialmente, nem despediu-se. Foi extremamente objetivo e mostrou-me que posso trabalhar várias coisas com ele. O que mais me deixou feliz, foi, em primeiro lugar, ter aprendido com a aluna e, em segundo, perceber que o celular, pode ser mais um meio de interlocução, auxiliar de aprendizagens, à modo do que se aprendeu através do texto: A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (DALLA ZEN; TRINDADE, 2002):
“Considerando-se essa multiplicidade de interlocuções, poder-se-ia pensar em um trabalho pedagógico que atentasse para uma exploração mais dinâmica e contextualizada dos textos escritos, por exemplo”. Não podemos usar celular na escola, mas poderemos fazê-lo no período da tarde, e toda turma participando, verificando anteriormente se todos possuem celular.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Contextualização

Planejar integrando os conteúdos de todas as disciplinas não é tarefa fácil. Para elaborar o planejamento da semana sobre os Ìndios, foi um sufoco. Pouco material disponível, muita pesquisa para bem pouco resultado, enfim, hoje, ao irmos à Lan House, verifiquei algumas coisas e percebi que poderia transformar em conteúdo. Compreendi que isto é contextualizar. Aproveitarei o valor pago pela hora de internet, bem como o fato de alguns alunos usarem apenas trinta centavos num computador e desenvolverei atividades referentes. Trabalharei hora, meia hora, 1/4 de hora, sistema monetário, linkando as vivências com conteúdos obrigatórios, de modo que estas aprendizagens adquiram significado para os alunos, como sugere Arroyo (1994) no texto Organização e planejamento do ensino: globalização, interdisciplinaridade e integração curricular: "Ensina-se pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. O processo de aprendizagem é um processo global". Assim é que agradeço a possibilidade de flexibilidade no planejamento pois o desta semana, será todo alterado.

domingo, 11 de abril de 2010

Surpresa

Ontem, ao realizar uma leitura sobre tipos de solo com os alunos, fiquei muito surpresa ao descobrir que uma aluna não conseguia ler porque o texto estava escrito em letra cursiva. Inicialmente nem acreditei, afinal, já estamos praticamente na metade do mês de abril e, como pode uma professora não perceber este problema? Mas, enfim, fui tentando com ela, palavra por palavra, letra por letra e apenas algumas letras ela identificava. Travou completamente e não saia nada. Os colegas começaram a ficar impacientes e tratei, então, de verificar com ela se na escola de onde veio não trabalhavam com este tipo de letra e ela assegurou que não trabalhavam. Fiquei preocupada com a reação dos alunos e depois busquei em casa, algo que justificasse meu temor. Encontrei assim na interdisciplina de Linguagem e Educação:"Quando a comparação é realizada, estamos a um passo de concepções deficitárias de grupos minoritários (Lemos, 1983; Erickson, 1987; Soares, 1986), concepções estas perigosas pois podem fornecer argumentos para reproduzir o preconceito, chegando até a criar duas espécies, cognitivamente distintas: os que sabem ler e escrever e os que não sabem". (Práticas de Leitura, Escrita e Oralidade no Contexto Social – Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola; KLEIMAN – 2006).
O trecho acima, mostrou-me que a aluna poderia sim, sofrer preconceito por parte dos demais colegas caso eu permitisse que levassem adiante os comentários e não os levasse a reverter a intolerância em reflexão e auxílio.
Expliquei, então aos colegas o que estava acontecendo e os convidei a ajudarmos a colega. Felizmente foram solidários e disseram que estavam dispostos a ajudar. Uma amiga combinou de ir à sua casa a tarde para "estudarem" as letras. De minha parte, tratei de tranquilizá-la a fim de que este fato não a marcasse negativamente. Falei que achava interessante o que estava acontecendo e que me ajudou a perceber o quanto podemos aprender com as situações simples e corriqueiras da sala de aula. Que ela havia sido corajosa em tentar ler e em assumir que não sabia. Disse que traria na segunda-feira um alfabeto com os diferentes tipos de letras e atividades que a auxiliassem e que ficasse sossegada que não seria obrigada a utilizar a cursiva se preferisse a script, mas que era importante que ela conseguisse lê-la. Já providenciei material mostrando o traçado correto das letras e levarei na segunda-feira. Espero sucesso para ela e para mim, diante deste novo desafio.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Insegurança

Impressionante como o novo desestabiliza. Sinto-me tão insegura quanto ao trabalho com Projeto de Aprendizagem. Pergunto-me se pode ser pelo fato de que não determino as linhas de trabalho. Acho que não... Talvez pelo fato de estar desenvolvendo outros conteúdos paralelamente... Não sei se estou agindo certo. Verdade que estou com muita saudade do Planejamento Cooperativo. Consigo ver que com o PA as crianças desenvolvem muito mais sua autonomia e é isto que eu desejo, mas estou confusa quanto à forma de conduzir algumas questões que surgem no desenrolar das pesquisas. Espero me tranquilizar ao receber orientações e me subsidiar para continuar o trabalho. E, estou pensando agora, será que se eu alterasse um pouco o PC e proporcionasse linhas diferentes de pesquisa para responder aos questionamentos, não seria possível?
Realmente não sei... Mas se o estágio é um momento de experimentar, por que não?

domingo, 4 de abril de 2010

A DIALOGICIDADE




A DIALOGICIDADE - ESSÊNCIA DA EDUCAÇÃO COMO
PRÁTICA DA LIBERDADE. Este texto aborda a importância do diálogo como prática de liberdade uma vez que parte do princípio de que todos os envolvidos na relação tenham vez e voz. No caso da escola, que alunos, professores, direção, funcionários e pais, tenham o direito de se posicionar e participar do processo ensino-aprendizagem. Abaixo, uma frase que me chamou atenção, por um fato acontecido:
“Como posso dialogar, se me fecho à contribuição dos outros, que
jamais reconheço, e até me sinto ofendido com ela?”
Nesta semana ouvi de uma professora algo que ilustra exatamente esta questão. Ela estava muito brava com seu aluno porque ele ousou sugerir que ela escrevesse num lado do quadro, o conteúdo do dia e no outro lado, o conteúdo do dia anterior, para que o colega que havia faltado, pudesse copiá-lo. Não escreverei o que ela falou para o aluno por questões óbvias, mas, penso que ela não conseguiu enxergar o espírito solidário, a coragem de participar e contribuir com alternativas para resolver problemas da sala apresentadas pelo menino. Doeu-me muito principalmente porque este aluno esteve comigo por três anos. Era extremamente tímido e com muito custo, conseguimos superar a timidez e ele encantado com isto, tornou-se um grande contribuinte de idéias e alternativas. Lembrei da reflexão que havíamos feito em Didática, sobre o texto O Menininho de Helen Buckley e associei com o pensamento de Paulo Freire exposto no texto citado acima e, tentei, então, transportar este aprendizado para minha prática. Conversei com meus alunos e combinamos que uma vez por semana, teriam um espaço para fazerem suas colocações acerca de tudo que acontece, na sala e na escola, na convivência, nas atividades de modo geral. Com isto, espero encoraja-los a opinarem, criticarem ou elogiarem com autonomia e responsabilidade. Claro que sempre deverão apresentar argumentos para justificar seus posicionamentos e, também, dentro do possível, trazer sugestões para as questões que venham a colocar.

domingo, 21 de março de 2010

Comênio e a consideração do aluno

Do texto abordado em Didática, no semestre anterior, intitulado “Comênio”, de Johannes Doll e Teresinha D. da Rosa, aprendemos que uma das preocupações do pai da Didática, era com a consideração do aluno: “Este elemento é da maior importância, até porque em muitas pedagogias tradicionais, o aluno, suas necessidades e suas capacidades não são consideradas” (...) Por concordar com este pensamento, busquei em primeiro lugar, saber sobre meus alunos. Para tanto, elaborei algumas perguntas que julguei importantes para auxiliar nesta tarefa e, consequentemente, na elaboração do planejamento e estratégias de trabalho. Cada aluno recebeu uma folha com as questões, levou para casa, respondeu e trouxe no dia seguinte. Analisei todas as respostas e montei o perfil da turma e identifiquei vários aspectos estudados em psicologia, unindo respostas às condutas, mas estes abordarei em outra postagem.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Como inserir som!

Estava "faxinando" minha caixa de e-mails, encontrei esta preciosa dica enviada pela tutora Melissa e achei por bem, postá-la aqui por entender melhor, hoje, a real função do Portfólio. Segue babaixo:

sábado, 19 de maio de 2007
Como inserir som em minha apesentação!
Utilizando o Power Point Windows.

*Inserir som em um slide:

No menu principal do software selecione a opção

Inserir

No menu que se abre selecione a opção

Filmes e sons

No menu que se abre escolha sua opção

Som da Média Galeria (sons já disponíveis no software)

ou

Som do arquivo (seus próprios sons (músicas, por exemplo))

Escolha o som que deseja e selecione a opção execução automática na apresentação dos slides.


*Inserir som em toda a apresentação (todos os slides):


Sobre o slide (na tela do slide) clique com o botão direito do mouse.

No menu que se abre selecione a opção

Transição de slides

Na barra lateral que se abre vc poderá configurar sua apresentação, inclusive o som de sua apresentação.

Selecione na opção

Som

...o som que deseja inserir e depois clique na opção

Aplicar a todos


Seguindo este procedimento vc terá som em todos os slides (o som irá repetir a cada novo slide que apareça).


*Inserir som continuo (ex.: música tocando enquanto os slides são apresentados) em toda a apresentação:


Após inserir o som em um slide clique sobre o ícone do som com o botão direito do mouse.

No menu que se abre escolha a opção

Personalizar animação

Na barra lateral que se abre selecione o menu que se encontra anexado na mídia escolhida.


Neste menu selecione a opção

Opções de efeito

Na janela que se abre vc determina o tempo que a mídia deve tocar

Parar a execução...

.
Depois de ... slides (aqui vc pode colocar o número de slides que possui sua apresentação e então o som tocará, sem interrupções, até o final de sua apresentação.)


Postado por Melissa às 12:16 0 comentários